Daniel Radcliffe, que interpreta Harry Potter na série de filmes de mesmo nome, foi nomeado o adolescente mais rico da Grã-Bretanha, com uma quantia pessoal estimada em £23 milhões de libras (algo em torno de R$60 milhões de reais).
Sua fortuna ascendeu desde o início de sua carreira. No primeiro filme, seu contrato valia $225 mil dólares. Agora, para o quinto filme, a Warner Bros. vai pagá-lo nada menos do que US$14 milhões. Os pais de Daniel contrataram a firma Gilmore Jacobs para administrar todo esse dinheiro, que superou a fortuna pessoal da cantora inglesa Charlotte Church (£10 milhões).
/ABC, 29 de novembro de 2005

Depois de dois anos de espera e um dia após a estréia do quarto filme nos cinemas, chegou às livrarias o sexto e penúltimo livro de Harry Potter: Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Rocco, 512 págs., R$ 54,50), cujo título foi sugestão da própria autora.
Mais sério, Harry se empenhará em ajudar Dumbledore a destruir Lord Voldermort. De novo, a autora não faz questão de poupar seus leitores e mata outro personagem importante, além de terminar o livro de forma surpreendente, deixando os fãs ansiosos para ver o que acontece no último volume da trama.
(Lançamento originalmente da versão em inglês no Reino Unido em 16 de julho de 2005.)
/Abril, 26 de novembro de 2005

A Harry Potter mania ganha fôlego no Brasil. Dia 25 de novembro chega aos cinemas do país o longa Harry Potter e o Cálice de Fogo (direção de Mike Newell, 151 minutos, custo de produção de US$115 milhões), o quarto da série. Antes de chegar aqui, o filme terá estréia oficial na próxima sexta-feira, dia 18, no Reino Unido e Estados Unidos. E já se suspeita o que está por vir: mais um recorde de espectadores.
No Brasil, além da estréia do filme, dia 25, no dia seguinte chega às livrarias o sexto livro do bruxinho: Harry Potter e o Enigma do Príncipe, cuja versão inglesa foi lançada algum tempo. Nos Estados Unidos, o livro bateu todos os recordes ao vender 6,9 milhões de livros nas primeiras 24 horas de lançamento, enquanto que o terceiro filme da série também superou o filme anterior, atingindo a quantia de US$600 milhões em bilheterias internacionais (Harry Potter e a Pedra Filosofal ainda detém o recorde maior, lucrando quase US$980 milhões).
/Ofuxico, 16 de novembro de 2005

O sexto volume de Harry Potter foi um desafio para a tradutora da série, Lia Wyler. Pela primeira vez, escolher o título exigiu esforço. Em inglês, o livro se chama Half Blood Prince. “Em português, a palavra ‘meio-sangue’ é aplicada apenas a animais. Preferi mestiço”, comenta. Essa decisão, porém, não resolvia a questão. Isso porque o título é uma importante dica para alguns dos mistérios do universo potteriano. A definição do nome coube à escritora J. K. Rowling, que conhece um pouco de português. Há cerca de um mês, ela recebeu três sugestões (O Príncipe mestiço, O Príncipe misterioso e O enigma do Príncipe). “A gerente editorial da Rocco e eu defendemos o ‘Enigma’ pela amplitude da palavra”, declara a tradutora. Em Portugal, que lançou o sexto volume em outubro, ele foi batizado de O Príncipe Misterioso. A escritora optou por Enigma para a edição brasileira.
Lia trabalhou 85 dias, numa média diária de dez horas. Nesse período, esteve em outra “dimensão”. Afinal, não é simples traduzir esse universo. É necessário mergulhar nos acontecimentos dos livros anteriores, pesquisar a origem das palavras utilizadas por Rowling e reproduzir seu processo de criação. O que fazer, por exemplo, com o termo horcrux, uma novidade da sexta obra? “Deixei igual, da mesma forma como deixo em latim as palavras rituais para realizar feitiços”, responde.”
/Aurores, 11 de novembro de 2005

O sexto volume de Harry Potter foi um desafio para a tradutora da série, Lia Wyler. Pela primeira vez, escolher o título exigiu esforço. Em inglês, o livro se chama Half Blood Prince. “Em português, a palavra ‘meio-sangue’ é aplicada apenas a animais. Preferi mestiço”, comenta. Essa decisão, porém, não resolvia a questão. Isso porque o título é uma importante dica para alguns dos mistérios do universo potteriano. A definição do nome coube à escritora J. K. Rowling, que conhece um pouco de português. Há cerca de um mês, ela recebeu três sugestões (O Príncipe mestiço, O Príncipe misterioso e O enigma do Príncipe). “A gerente editorial da Rocco e eu defendemos o ‘Enigma’ pela amplitude da palavra”, declara a tradutora. Em Portugal, que lançou o sexto volume em outubro, ele foi batizado de O Príncipe Misterioso. A escritora optou por Enigma para a edição brasileira.
Lia trabalhou 85 dias, numa média diária de dez horas. Nesse período, esteve em outra “dimensão”. Afinal, não é simples traduzir esse universo. É necessário mergulhar nos acontecimentos dos livros anteriores, pesquisar a origem das palavras utilizadas por Rowling e reproduzir seu processo de criação. O que fazer, por exemplo, com o termo horcrux, uma novidade da sexta obra? “Deixei igual, da mesma forma como deixo em latim as palavras rituais para realizar feitiços”, responde.”
/Aurores, 11 de novembro de 2005