Potter Heaven

Transportes mágicos

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A série Harry Potter nos apresentou vários objetos que estão presentes no nosso dia-a-dia de uma forma diferente: como meios de transporte.

Logo nas primeiras páginas de Harry Potter e a Pedra Filosofal, conhecemos a moto voadora de Sirius Black, usada por Rúbeo Hagrid para levar Harry até a Rua dos Alfeneiros.

Ainda nesse livro, conhecemos o banco dos bruxos, Gringotes que, para chegar até o seu cofre, os duendes guiam os bruxos por um vagonete muito rápido, que anda embaixo de Londres; também conhecemos o Expresso de Hogwarts, um trem que leva os alunos até Hogwarts sem que os trouxas vejam. Para tanto, ele fica escondido na Plataforma 9 e ½ na estação King’s Cross e apenas bruxos podem atravessar entre as plataformas 9 e 10 sem trombar na parede.

Também descobrimos os barcos de Hogwarts, que levam os alunos do primeiro ano para a escola pelo lago.

Em Harry Potter e a Câmara Secreta, descobrimos o poder dos bruxos de aparatar, o que significa desaparecer em um lugar e aparecer instantaneamente em outro. Mas isso exige um acompanhamento especial do Ministério da Magia, pois conseqüências terríveis podem vir a acontecer com quem usa este meio de maneira imprópria. Há registros de pessoas que ficaram presas; deixaram metade do seu corpo em um lugar e a outra parte em outro, ficando impedidas de se mexer. Apenas bruxos maiores de idade têm permissão para aparatar.

Na casa dos Weasley, A Toca, Harry conheceu o Ford Anglia enfeitiçado pelo Sr. Weasley para desaparecer e voar. Mais à frente do livro, no entanto, o carro ficou selvagem e fugiu para a Floresta Proibida de Hogwarts.

Também conhecemos a Rede de Flú. Todos os bruxos têm em suas casas uma lareira, que é ativada na rede de flú para que eles possam viajar de uma lareira a outra. Isso é possível pelo pó-de-flú, um pó que ao ser jogado no fogo, deixa a chama verde. Para ir para outra lareira, você deve entrar na chama e falar claramente o lugar para onde deseja ir.

Já em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban conhecemos o Nôitibus Andante, um enorme ônibus roxo de três andares que corre pelas ruas das cidades sem que os trouxas percebam. Para chamá-lo os bruxos devem apontar sua varinha para o céu. Quase imediatamente o ônibus para na sua frente e, após o passageiro estar acomodado, volta a correr, passando por lugares que ônibus normais não passariam. Uma viagem custa onze sicles, mas por quatorze ganha-se chocolate quente e por quinze, um saco de água quente e uma escova de dentes da cor que desejar. De dia, o Nôitibus possui cadeiras que se mexem conforme o movimento de ônibus; à noite, são substituídas por camas de metal.

Ainda no terceiro livro conhecemos o vira-tempo,uma espécie de relógio que serve para as pessoas voltarem no passado para fazerem várias coisas ao mesmo tempo e também os hipogrifos, que são uma mistura de águia com cavalo.

Em Harry Potter e o Cálice de Fogo conhecemos as Chaves de Portal, que podem ser qualquer objeto (geralmente, objetos desprezados pelos trouxas) que ao ser enfeitiçado com o feitiço Portus, transporta quem o estiver tocando (mesmo que seja apenas por um dedo) para um lugar pré-determinado em certos intervalos de tempo.

No quinto livro da série, Harry Potter e a Ordem da Fênix, descobrimos a existência dos Trestálios, que apesar de estarem presentes desde O Prisioneiro de Azkaban, só são vistos por Harry em seu 5° ano em Hogwarts, após presenciar a morte de Cedrico no final de O Cálice de Fogo. Os trestálios são presos às carruagens que levam os alunos do 2° ao 7° ano de Hogwarts até a escola, após desembarcarem na estação de Hogsmeade.

Em O Enigma Do Príncipe, os gêmeos Weasley usam o Serviço de Encomenda Coruja para contrabandear gemialidades para Hogwarts, pois foram proibidas por Filch.

Ainda no sexto livro, Dumbledore e Harry utilizam dois meios de transporte diferentes: um é a aparatação acompanhada e o outro um barquinho verde usado por eles para pegar uma Horcruxe de Voldemort no meio de um lago.

Porém, entre todos os transportes existentes, um se destaca não só por fazer parte de diversos contos de bruxas e por sua adrenalina, mas por ser obrigatório no principal esporte dos bruxos, o Quadribol. Sim, estou falando das vassouras, objetos cobiçados por bruxos de todas as idades.

Existem vassouras de vários tipos e marcas, mas as mais conhecidas são as de corrida. Desde 1820 usa-se o Feitiço Amortecedor (criado por Elliot Smethwyck), que coloca uma almofada invisível para sentar. Veja a lista das vassouras citadas em Quadribol Através dos Séculos:

Oakshaft 79 :: Criada em 1879 e produzida pelo vassoureiro Elias Grimstone, a Oakshaft 79 tem um cabo grosso feito de carvalho, projetada para grande autonomia de vôo e resistência aos ventos de altitude. No entanto, as tentativas de usá-la para a prática do quadribol nunca foram bem sucedidas por ser excessivamente pesada nas curvas em alta velocidade. Foi a vassouras utilizada por Jocunda Sykes na primeira travessia Atlântico em 1935.

Moontrimmer :: Criada por Gladis Boothby em 1901, representou um salto de qualidade na construção de vassouras. Com cabo de freixo, atingia altitudes mais elevadas do que as existentes, porém, Boothy não conseguiu produzir vassouras na quantitade exigida pelos jogadores.

Silver Arrow :: Lançada algum tempo depois da Moontrimer, a Silver Arrow foi a verdadeira precursora da vassoura de corrida, alcançando velocidades muito maiores que as anteriores (até cento e doze quilômetros por hora com o vento de cauda). Porém, do mesmo jeito que aconteceu com Gladis Boothby, Leonardo Jewkes (o criador), não deu conta da demanda.

Cleansweep One :: Produzida em uma quantidade jamais vista graças à criação da Companhia de Vassouras Cleansweep pelos irmãos Guilherme e Barnabé Ollerton em 1926. A vassoura fazia curvas como nenhuma vassoura fizera antes e, em um ano, todas as equipes de Quadribol da Grã-Bretanha estavam montando Cleansweeps.

Comet 140 :: Em 1929, foi fundada a Companhia de Comércio Comet por dois jogadores de Quadribol, Randolfo Keitch e Basílio Horton. Sua primeira vassoura foi a Comet 140, que recebeu este nome pelo números de modelos testados antes do lançamento. Os criadores patentearam o Feitiço de Freagem, que diminuiu a probabilidade dos jogadores de quadribol fazerem lançamentos além das balizas ou voar fora dos limites do campo.

Cleansweep Two e Cleansweep Three ::Criadas, respectivamente, em 1934 e 1937, representaram o aperfeiçoamento da Cleansweep One e o aumento da concorrência entre as duas companhias existentes até então.

Comet 180 :: Criada em 1938, aperfeiçoava a Comet 140 e desbancou as Cleansweep novamente.

Tinderblast :: Lançada em 1940 pela Ellerby e Spudmore, era extremamente flexível, embora não atingisse a velocidade das concorrentes.

Swiftsick ::Também criada pela Ellerby e Spudmore, em 1952, era mais veloz que a Tinderblast, mas tinha tendência a perder potência durante as subidas. Jamais foi utilizada por times profissionais.

Shooting Star :: Criada pela Universal Vassouras Limitada em 1955, a Shooting Star foi a vassoura mais barata lançada até o momento. Após uma explosão inicial de popularidade, constatou-se que perdia velocidade e altura à medida que envelhecia, e a Universal Vassouras fechou as portas em 1978.

Nimbus 1000 :: Criada após a formação da Companhia Nimbus de Vassouras de Corrida em 1967, chegava até 360 graus em torno de um ponto fixo no ar, combinava a confiabilidade da Oakshaft 79 com a facilidade de manejo da melhor Cleansweep. Tornou-se a predileta pelos times profissionais em toda a Europa.

Nimbus 1001, Nimbus 1500 e Nimbus 1700 ::Ajudaram a botar a Companhia Nimbus a ficar no topo da lista das mais vendidas.

Twigger 90 :: Lançada em 1990 por Flyte e Barker, pretendia substituir a Nimbus na liderança do mercado. Tinha um acabamento requintado e incluía recursos como aviso sonoro e correção automática de rumo, mas empenava em alta velocidade e acabou ganhando a má reputação de ser voada por bruxos que possuíam mais galeões do que bom senso.

Nimbus 2000 :: Primeira vassoura de Harry, a Nimbus 2000 foi a vassoura mais potente de sua época.

Nimbus 2001 :: Lançada um ano após a Nimbus 2000, era um aperfeiçoamento de sua anterior.

Firebolt :: Fabricada com tecnologia de ponta, a Firebolt possui um cabo de freixo, superfino e aerodinâmico, acabamento com resistência de diamante e número de registro entalhado na madeira. As cerdas da cauda, em lascas de bétula selecionadas à mão, foram afiladas até atingirem a perfeição aerodinâmica, dotando a Firebolt de equilíbrio insuperável e precisão absoluta. A Firebolt atinge 240 km/h em dez segundos e possui um freio encantando de irrefreável ação. Foi lançada um ano após a Nimbus 2001 e adotada pelas seleções para a Copa Mundial de Quadribol.